Instituto da USP confirma
tremor de terra em Caxias do Sul nesta quinta-feira
Moradores da região de Ana Rech acordaram
assustados com os tremores
21/08/2014
| 16h20
Um tremor
de magnitude 1,9 grau na Escala Richter foi registrado pelo Instituto de
Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo
(USP) às 6h55min desta quinta-feira, em Caxias do Sul.
De acordo com relatos, moradores da região de Ana Rech sentiram tremores rápidos e de baixa intensidade ao acordarem ou enquanto se preparavam para ir trabalhar. O Corpo de Bombeiros de Caxias do Sul recebeu oito ligações de moradores relatando os tremores desde a madrugada até as 7h, mas não houve ocorrência de danos ou pessoas feridas.
Em junho deste ano, já foram registrados tremores em bairros da zona norte de Caxias. No começo deste mês, um tremor de 2,6 graus foi registrado na cidade de Gramado.
De acordo com relatos, moradores da região de Ana Rech sentiram tremores rápidos e de baixa intensidade ao acordarem ou enquanto se preparavam para ir trabalhar. O Corpo de Bombeiros de Caxias do Sul recebeu oito ligações de moradores relatando os tremores desde a madrugada até as 7h, mas não houve ocorrência de danos ou pessoas feridas.
Em junho deste ano, já foram registrados tremores em bairros da zona norte de Caxias. No começo deste mês, um tremor de 2,6 graus foi registrado na cidade de Gramado.
Moradores da região de Ana
Rech, em Caxias, relatam tremores durante a madrugada e pela manhã
'Até os copos que estavam em cima da pia caíram',
conta autônoma
21/08/2014
| 10h44
Moradores
da região de Ana Rech, em Caxias, acordaram sobressaltados nesta quinta-feira.
Durante a madrugada e também pela manhã foram sentidos tremores rápidos e de
baixa intensidade em alguns locais, o que bastou para despertar a curiosidade e
até assustar.
>> Em abril de 2011, moradores da Zona Norte sentiram tremores
>> Em junho, moradores do bairro Vinhedos se assustaram com vibrações
Por volta das 6h50min, a autônoma Elisa Dorigatti conta que se preparava para levar a filha Natália, 14 anos, ao colégio, quando percebeu uma vibração.
— De repente veio uma sensação de algo que está em cima de um suporte e cai. Até os copos que estavam em cima da pia caíram para dentro da bacia. Abri a porta e meus cachorros estavam agitados, choramingando — relata a moradora da Rua Armando Cardoso Alves, próximo a Marcopolo.
Elisa diz que, na última semana, uma sequência de pequenos estrondos foi sentida, sempre durante a madrugada.
— Eles vêm numa sequência, uns maiores e outros menores, mas esse de hoje foi mais significativo — garante.
>> Em Gramado, tremor chegou a 3,2 graus na Escala Richter
Morador da Rua Ana Catarina Canalli, no bairro Jardim das Hortênsias, o técnico em eletrônica Carlos Alberto Madaloz também sentiu uma vibração diferente no início da manhã.
— Eu estava em casa, checando os e-mails e senti um tremor. Foi rapidinho, mas vibrou bastante, balançou tudo. Minha esposa estava deitada dormindo e chegou a levantar de susto — assinala Madaloz, que diz ter sentido o tremor pela primeira vez na região.
O Corpo de Bombeiros registrou oito ligações de moradores relatando os tremores desde a madrugada até às 7h, mas nenhum atendimento precisou ser prestado em decorrência de danos ou ferimentos.
>> Em abril de 2011, moradores da Zona Norte sentiram tremores
>> Em junho, moradores do bairro Vinhedos se assustaram com vibrações
Por volta das 6h50min, a autônoma Elisa Dorigatti conta que se preparava para levar a filha Natália, 14 anos, ao colégio, quando percebeu uma vibração.
— De repente veio uma sensação de algo que está em cima de um suporte e cai. Até os copos que estavam em cima da pia caíram para dentro da bacia. Abri a porta e meus cachorros estavam agitados, choramingando — relata a moradora da Rua Armando Cardoso Alves, próximo a Marcopolo.
Elisa diz que, na última semana, uma sequência de pequenos estrondos foi sentida, sempre durante a madrugada.
— Eles vêm numa sequência, uns maiores e outros menores, mas esse de hoje foi mais significativo — garante.
>> Em Gramado, tremor chegou a 3,2 graus na Escala Richter
Morador da Rua Ana Catarina Canalli, no bairro Jardim das Hortênsias, o técnico em eletrônica Carlos Alberto Madaloz também sentiu uma vibração diferente no início da manhã.
— Eu estava em casa, checando os e-mails e senti um tremor. Foi rapidinho, mas vibrou bastante, balançou tudo. Minha esposa estava deitada dormindo e chegou a levantar de susto — assinala Madaloz, que diz ter sentido o tremor pela primeira vez na região.
O Corpo de Bombeiros registrou oito ligações de moradores relatando os tremores desde a madrugada até às 7h, mas nenhum atendimento precisou ser prestado em decorrência de danos ou ferimentos.
Tremor de terra em Gramado
foi de 3,2 graus na Escala Richter
Sismógrafo instalado em Canela registrou o fenômeno
na noite de domingo
04/08/2014
| 13h14
Tremores
foram sentidos em cinco bairros de Gramado Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
O
sismógrafo instalado no Parque do Caracol, em Canela, registrou abalo sísmico
de 3,2 graus na Escala Richter — cujo grau de magnitude vai até 7. Os tremores ocorreram seguidos de estrondos, ouvidos por
vários moradores de cinco bairros de Gramado.
Segundo apurou a Rádio Gaúcha Serra, há três possíveis causas para tremores em Gramado. De acordo com o professor do Instituto de Geofísica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Roberto Cunha, a primeira delas é a movimentação de uma falha existente na encosta da Serra, próximo ao munícipio.
Conforme o professor, no entanto, há poucos estudo que avaliam a movimentação desta falha. Outra possibilidade, considerada a mais provável por já ser um fenômeno comprovado, é o reflexo de tremores registrados diariamente na Cordilheira dos Andes. A última hipótese é de que os tremores tenham sido causados por detonações em pedreiras. Essa causa, no entanto, é improvável por conta do horário da ocorrência.
Segundo apurou a Rádio Gaúcha Serra, há três possíveis causas para tremores em Gramado. De acordo com o professor do Instituto de Geofísica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Roberto Cunha, a primeira delas é a movimentação de uma falha existente na encosta da Serra, próximo ao munícipio.
Conforme o professor, no entanto, há poucos estudo que avaliam a movimentação desta falha. Outra possibilidade, considerada a mais provável por já ser um fenômeno comprovado, é o reflexo de tremores registrados diariamente na Cordilheira dos Andes. A última hipótese é de que os tremores tenham sido causados por detonações em pedreiras. Essa causa, no entanto, é improvável por conta do horário da ocorrência.
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