Após estudarmos as causas históricas deste conflito e os acontecimentos até o Mapa do Caminho, cite os impasse que limitam às negociações de paz entre Israelenses e Palestinos.
A região da Palestina, no Oriente Médio, disputada por israelenses e palestinos, povos que têm a mesma origem étnica, é um dos maiores impasses da atualidade. Os principais motivos que limitam o acordo de paz entre Israelenses e Palestinos são: - O fim dos assentamentos israelenses em territórios palestinos e a divisão de Jerusalém entre os dois lados. - A volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia é um grande problema para Israel. -A forte oposição de grupos radicais (Judeus e Palestinos) e dos obstáculos impostos pelos Estados Unidos e pelo governo Israelense. - Com a morte de Arafat entra Mahmoud abbas. - As ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel, retomando as questões traçadas pelo mapa. - Israel insistiu em construir um muro que separava Israel dos Palestinos (esse muro foi construído na Cisjordânia). - Disputa pela cidade de Jerusalém. Israel a declara a declara capital indivisível do pais, já os palestinos desejam incorpora- lá a um futuro estado da palestina. - Após o Hamas conquistar o poder da faixa de gaza manteve se o não reconhecimento do estado de Israel a oposição a qualquer negociação de paz. - Além disso a crise colocou em confronto direto os dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas que controla a faixa de gaza e o Fatah de Mahmoud Abbas que controla as terras palestinas da Cisjordânia.
As ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel e com os grupos radicais palestinos. Essas negociações levaram á retirada dos assentamentos judaicos da Faixa de Gaza e de uma pequena parte da Cisjordânia. O governo de Israel insistiu em dar continuidade à construção de um muro que sapara Israel da parte da Cisjordânia controlada pelos palestinos. O muro inviabiliza a demarcação das fronteiras acertadas pelo Mapa do Caminho; confisca cerca de 50% das terras situadas na Cisjordânia e anexa em Israel os assentamentos judaicos construído nos territórios ocupados. Israel declara que a cidade de Jerusalém é a capital invisível do pais, já os palestinos não abrem a mão de incorporá-la a um futuro Estado da Palestina.Essa situação de crise colocou em confronto os dois principais grupos palestinos da atualidade: o Hamas e o Fatah.
Existem alguns impasses para se atingir um acordo de paz entre Israelenses e palestinos: • Um exemplo é Jerusalém, onde Israel a considera capital indivisível do país e os palestinos não abrem mão de incorpora-la como estado Palestino; • O extremismo de alguns grupos também dificulta a negociação de paz; • O Hamas em 2006 conquistou o poder da faixa de Gaza, não reconheceu o estado de Israel e não quis acordo de paz; • Com isso a ANP foi isolada internacionalmente e foi determinado o corte financeiro que vinha da União Europeia e dos Estados Unidos; • Também foi colocado em conflito os dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas e o Fatah; • Em 2009, foi permitida a ampliação dos assentamentos da Cisjordânia, o que entravou as negociações com a ANP; • Israel passou a admitir a possibilidade de um estado Palestino desmilitarizado; • Os Estados Unidos endossaram a posição palestina no acordo de paz, com relação à interrupção dos assentamentos judaicos; • Porém foi vetado o pedido da ANP para a formação de um estado Palestino.
É explícito perceber que ainda existem questões para se cumprir um acordo de paz irrevogável entre israelenses e palestinos. Tendo em vista que, um deles é a cidade de Jerusalém, em que Israel a declara capital indivisível do país; enquanto os palestinos não abrem mão de integrá-la como um Estado da Palestina. Há também o extremismo de grupos judeus e palestinos, contrários a qualquer negociação. A posição de não reconhecimento do Estado de Israel e a oposição a qualquer negociação manteve-se quando Hamas conquistou o poder na faixa de Gaza, em 2006. Tais circunstâncias isolaram a ANP e determinou-se o corte da ajuda vinda da União Européia e dos Estados Unidos, além desse acontecimento, essa situação de crise posicionou em confronto diretos dois principais grupos palestinos: Hamas e Fatah. O governo impediu as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, empatando a formação de um território palestino contínuo, tal fato ocorreu em 2009. Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestinos desmilitarizado, sem a possibilidade de controle de suas fronteiras. Os Estados Unidos endossaram a posição palestina nas negociações de paz, com referência à interrupção dos assentamentos judaicos. Todavia, interditaram o pedido da ANP para a formação de um Estado Palestino na ONU.
Ao analisar o tema estudado pode-se observar que existem alguns impasses para se atingir um acordo de paz entre Israelenses e palestinos: - Israel declara que cidade de Jerusalém é indispensável ao país, já os palestinos não abrem mão de incorporá-la a um futuro estado da palestina; - O extremismo de grupos judeus e palestinos, é outro obstáculo à paz da região. -Em 2006, o Hamas conquistou legitimamente o poder na faixa de Gaza e manteve a posição de não reconhecimento do estado de Israel e a oposição a qualquer negociação de paz; -Essas circunstâncias isolaram a ANP e determinaram o corte da ajuda financeira proveniente da União Européia e dos Estados Unidos; -Essa situação de crise colocou em confronto direto dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas e o Fatah; -Em 2009, o governo de Binyamin Netanyahu entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, o que inviabiliza a formação de um território palestino contínuo. Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestino desmilitarizado; -Pela primeira vez os Estados Unidos endossaram a posição palestinas nas negociações de paz, no que diz respeito à interrupção dos assentamentos judaicos; -No entanto, vetaram o pedido da ANP para a formação de um Estado Palestino na ONU, em 2011.
O conflito entre israelenses e palestinos dura mais de seis décadas, desde a independência do Estado de Israel, em 1948. Vários acordos de paz foram tentados, mas o radicalismo de ambos os lados dificulta as negociações. Os pontos mais polêmicos são o fim dos assentamentos israelenses em territórios palestinos e a divisão de Jerusalém entre os dois lados – que Israel atualmente rejeita, a volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia, também é um grande problema para Israel, que teme uma explosão geográfica na região e Israel insistiu em construir um muro que separava Israel dos Palestinos (esse muro foi construído na Cisjordânia).
Desde 1948, ano da criação do Estado de Israel, muitas coisas mudaram, especialmente a configuração dos territórios disputados após as guerras entre árabes e israelenses. Para Israel, estes são fatos consumados, mas os palestinos insistem que as fronteiras a serem negociadas devem ser aquelas existentes antes da guerra de 1967. Além disso, enquanto no campo militar as coisas estão cada vez mais incontroláveis na Faixa de Gaza, há uma espécie de guerra silenciosa na Cisjordânia, com a construção de assentamentos israelenses, o que reduz, de fato, o território palestino nestas áreas. Mas talvez a questão mais complicada pelo seu simbolismo seja Jerusalém, a capital tanto para palestinos e israelenses. Tanto a Autoridade Palestina, que governa a Cisjordânia, quanto o grupo Hamas, em Gaza, reivindicam a parte oriental como a capital de um futuro Estado palestino, apesar de Israel tê-la ocupado em 1967. Um pacto definitivo nunca será possível sem resolver este ponto.
Os conflitos entre árabes e judeus, apesar de atuais, têm origem milenar e carregam uma longa história de desavenças religiosas e de disputa de territórios. Após diversas tentativas de um possível sucesso nos acordos de paz já criados, temos em vista que os impasses que inviabilizam o mesmo são: • Israel declara que a cidade de Jerusalém é indispensável ao país, porém palestinos exigem que seu futuro Estado seja delimitado pelas fronteiras anteriores a 4 de junho de 1967, antes do início da Guerra dos Seis Dias, o que incluiria Jerusalém Oriental como sua capital; • O extremismo de grupos judeus e palestinos; • Em 2006, o Hamas conquistou legitimamente o poder na Faixa de Gaza e manteve a posição de não reconhecimento do estado de Israel e oposição a qualquer negociação de paz; • Essa situação de crise colocou em confronto direto dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas e o Fatah; • Em 2009, o governo de Binyamin Netanyahu entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia; • A não formação de um Estado Palestino na ONU, pode ser considerado um outro impasse; • Os palestinos afirmam que os refugiados (10,6 milhões, de acordo com a OLP, dos quais cerca de metade são registrados na ONU) têm o direito de voltar ao que é hoje Israel. Mas, para Israel, permitir o retorno destruiria sua identidade como um Estado judeu;
Acordo de paz entre palestinos e israelenses são sempre enfraquecidos, negociação que levaram a retirada dos assentamentos judaicos da Faixa de Gaza, para construir casas para colonos. a construção de muro para separar Israel da Cisjordânia controlada pelos palestinos, assim isolando a Palestina em seu próprio território. Israelenses declaram que cidade de Jerusalém é indispensável ao país, já os palestinos não abrem mão de incorporá-la no futuro.
Existem alguns impasses para atingir um acordo de paz entre israelenses e palestinos: - Um deles é Jerusalém, onde Israel declara a capital indivisível do país, e os palestinos não abrem mão de incorporá-la a um futuro Estado da Palestina; - O extremismo dos judeus e palestinos, constituem outro obstáculo de paz na região; - Em 2006 Hamas conquistou o poder na faixa de Gaza, mas não reconheceu o Estado de Israel e muito menos quis o acordo de paz; - Com isso a ANP determinou o corte da ajuda financeira da União Europeia e dos Estados Unidos; - A situação colocou um confronto entre Hamas e Fatah; - Em 2009 o governo de Binyamin Netanyahu entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia; - Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestino desmilitarizado; - Porém o pedido da ANP foi vetado para a formação de um Estado Palestino na ONU.
O conflito entre israelenses e palestinos talvez seja a questão política mais complexa do nosso tempo e isso não é de hoje, são mais de seis décadas, desde que a ONU criou o Estado de Israel, em 1948. Desde então vários acordos de paz foram tentados, mas o radicalismo de ambos os lados dificulta as negociações, tornando a paz quase que impossível. Agora vejamos alguns impasses que impossibitam a paz entre esses povos:
- A total falta de educação para a paz, pois os líderes palestinos alimentam desde cedo suas crianças com uma inalterável dieta de ódio. - Ausência de um líder com autorização ou coragem, de embarcar em uma missão tão arriscada. - Jerusalém: Israel reivindica soberania sobre a cidade inteira (sagrada para judeus, muçulmanos e cristãos) e afirma que a cidade é sua capital "eterna e indivisível", após ocupar Jerusalém Oriental em 1967. A reivindicação não é reconhecida. Os palestinos querem Jerusalém Oriental como sua capital. - Fronteiras: os palestinos exigem que seu futuro Estado seja delimitado pelas fronteiras anteriores a 4 de junho de 1967, antes do início da Guerra dos Seis Dias, o que incluiria Jerusalém Oriental, o que Israel rejeita. - Assentamentos: ilegais sob a lei internacional, construídos pelo governo israelense nos territórios ocupados após a guerra de 1967. Na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental há mais de meio milhão de colonos judeus. - Refugiados palestinos: os palestinos dizem que os refugiados (10,6 milhões, de acordo com a OLP, dos quais cerca de metade são registrados na ONU) têm o direito de voltar ao que é hoje Israel. Mas, para Israel, permitir o retorno destruiria sua identidade como um Estado judeu.
Testemunha– se um impetuoso empecilho verificado na questão dos impasses que limitam ás negociações de paz entre Israelenses e Palestinos. Nesse viés, um deles é a cidade de Jerusalém, onde Israel a declara capital indivisível do país e os palestinos não abrem mão de agregá- la ao um possível Estado da Palestina. Logo, o extremismo entre grupos judeus e palestinos, é antagônico a qualquer negociação. Hamas conquistou a faixa da Gaza e diante disso, manteve a posição de não reconhecimento do Estado de Israel e a oposição as negociações de paz, em 2006. Tais situações isolaram a ANP e determinaram o corte do auxílio financeiro originário da União Europeia e dos Estados Unidos. Contudo, essas circunstâncias de crise colocaram em confronto dois grupos palestinos: Hamas (faixa de Gaza) e Fatah (terras palestinas da Cisjordânia). O governo de Netanyahu travou as negociações com a ANP ao permitir a extensão dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, o que dificultava a formação do território palestino, em 2009. Dessa forma, Israel começou a consentir um Estado Palestino desmilitarizado, sem controle de fronteiras, do meio aéreo e de defesa. Os Estados Unidos endossaram a posição palestina nas ações de paz, no que diz respeito à interrupção dos assentamentos judaicos. Entretanto, foi vetado o pedido da ANP para formação de um Estado palestino na ONU. Várias medidas formam propostas, porém o radicalismo de ambos dificultou as negociações de paz.
*O status de Jerusalém é o impasse mais difícil de ser superado nas negociações por envolver sentimentos religiosos e nacionais, além das questões políticas. Israel a declara capital indivisível do pais, já os palestinos não abrem mão de incorpora-la a um futuro estado da palestina; *Os extremismo de alguns grupos também dificultam para que um acordo de paz seja feito; *Em 2006 Hamas conquistou a faixa de gaza, não reconhecendo assim o estado de israel e se opondo a qualquer negociação de paz; *Com isso a ANP foi isolada internacionalmente e foi determinado o corte financeiro que vinha da União Europeia e dos Estados Unidos; *Tal situação de crise colocou em confronto dois grupos palestinos :o Hamas e o Fatah; * em 2009 Benjamin Netanyahu entravou negociações com a ANP ao permitir ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia; *israel passou a admitir a existência de um estado palestino desmilitarizado; *os estados unidos pela primeira vez endossaram a posição palestina nas negociações no que diz respeito à interrupção dos assentamentos judaicos; *No entanto,vetaram o pedido da ANP para a formação de um estado palestino na ONU e 2011;
Conflitos entre Israelenses e Palestinos tem duração de várias décadas, desde a independência do Estado de Israel, em 1948. Apesar de vários acordos de paz terem sido estabelecidos, o radicalismo existente em ambos os lados, faz com que nenhum tipo de negociação se concretize. Os principais impasses do processo de paz entre Israel e os Palestinos envolvem questões como a dos assentamentos israelenses em territórios palestinos, mais especificamente na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental; a volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia, causando em Israel o receio de que haja uma explosão geográfica na região; e um dos impasses mais difíceis de ser superado nessas negociações: a questão da divisão de Jerusalém entre os dois lados, o que Israel atualmente rejeita.
Os conflitos entre Israel e a Palestina se intensificaram em junho e julho de 2014, apesar de serem conflitos de longa data. Várias tentativas de acordos de paz já foram lançadas, porém existem vários impasses impedindo os mesmo. Um deles é a cidade de Jerusalém. Israel a declara capital indivisível do país, já os Palestinos não abrem mão de incorporá-la a um futuro Estado da Palestina. Outros impasses são: • Em 2002 Israel ocupa territórios palestinos e cerca Arafat. Começa a construção do muro da Cisjordânia, um muro de 350 Km de extensão e 9 metros de altura que corre paralelamente à fronteira da Cisjordânia com Israel. O objetivo da construção é impedir a entrada de terroristas palestinos no território de Israel; • Em 1964 grupos exilados fundaram A Organização para Libertação da Palestina (OLP), que negava a legitimidade da existência de Israel; • O Hamas em 2006 conquistou o poder da faixa de Gaza, não reconheceu o estado de Israel e não aceitou o acordo de paz; • Os Estados Unidos asseguraram a posição palestina no acordo, com relação à parada dos assentamentos judaicos; • Israel reivindica o controle total dos recursos hídricos;
Além das questões mencionadas, o extremismo de grupos Judeus e Palestinos contrários a qualquer processo de negociação constituem outros obstáculos à paz na região. Atualmente, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia apresentam infraestruturas precárias, baixo dinamismo econômico e elevadas taxas de pobreza, em grande parte por causa dos conflitos com Israel.
Os conflitos entre árabes e judeus perduram até hoje, porém, têm origem em torno do século III e carregam uma longa história de desavenças religiosas,disputas territoriais, xenofobia e radicalismo exagerado. Este conflito é marcado por inúmeros problemas históricos, que são usados como base para a criação do estado Palestino, mas a xenofobia descontrolada e uma disputa acirrada por territórios impedem a criação de um acordo definitivo para resolver esse problema que já perdura a muito tempo. Entre os impasses que impedem a paz estão: Primeira Guerra Árabe-Isralense. Os árabes palestinos não aceitaram a partilha e atacaram Israel. Os israelenses venceram a guerra e anexaram territórios palestinos previstos pela ONU. A partir daí, o conflito entre Israel e árabes, especialmente os palestinos, tornou-se constante. Organização para a Libertação da Palestina. Em 1964, líderes de países árabes fundaram a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) liderada por Yasser Arafat. A OLP é uma organização política e militar formada com a finalidade de unir os grupos palestinos em oposição à presença israelense no antigo território da Palestina. Guerra dos Seis Dias. Em 1967, Egito, Síria e Jordânia atacam Israel, que reage com um ataque-relâmpago e vence em seis dias os três exércitos e conquista a Faixa de Gaza, o Sinai, a Cisjordânia e as Colinas de Golã. Guerra do Yom Kippur. Em 6 de outubro de 1973, forças do Egito e da Síria lançam um ataque-surpresa contra Israel, no dia do feriado judaico do Yom Kippur (Dia do Perdão). O exército israelense, porém, contra-ataca. Os países árabes produtores de petróleo ameaçam o Ocidente com um boicote aos países que apoiaram Israel, provocando a alta dos preços do petróleo e uma crise econômica de repercussão mundial.
Analisando o tema estudado, observa-se que existem certos impasses para se atingir um acordo de paz entre Palestinos e Israelenses:
- O extremismo dos judeus e palestinos, constituem outro obstáculo de paz na região; - Em 2006, Hamas conquistou o poder na faixa de Gaza, mas não reconheceu o Estado de Israel e muito menos quis o acordo de paz; - Com isso a ANP determinou o corte de ajuda financeira na União Européia e dos Estados Unidos; - A situação implantou um conflito entre Hamas e Fatah; - Em 2009, o governo de Netanyaha entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjorânia; - Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestino desmilitarizado; - Porém, o pedido da ANP foi vetado para a formação de um Estado Palestino na ONU.
As metas que foram previstas pelo Mapa do caminho não tiveram o resultado esperado, pois era forte a oposição dos grupos radicais, formados por judeus e árabes. Com a morte de Arafat, a ANP passou a ser direcionada por Abbas e suas ações foram sentidas pela negociação com Israel, tendo como objetivo, retomar o que foi traçado pelo Mapa do Caminho, o que levou a retirada judaica da Faixa de Gaza e da Cisjordânia. O governo de Israel decidiu dar continuidade a questão da construção de um muro o qual separava Israel da Cisjordânia, que era controlada por palestinos. Outros impasses não deixavam existir um acordo de paz entre os israelenses e palestinos, como por exemplo, a cidade de Jerusalém, pois nenhum abria mão dela; o extremismo dos dois grupos que não aceitavam nenhum tipo de negociação. Em 2006 Hamas conquistou a Faixa de Gaza, mantendo sua posição de não reconhecimento do Estado de Israel; essas circunstâncias isolaram a ANP e determinaram o corte de ajuda financeira vindas da União Europeia e dos Estados Unidos, que na época correspondia cerca da metade de toda receita da ANP. Sobre tudo, a crise colocou os dois principais grupos em conflitos: Hamas e Fatah. Em 2009 a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia foi permitida pelo governo de Binyamin entravando as negociações com a ANP, impedindo a formação de um território palestino contínuo. Israel admitiu a existência de um estado palestino sem controle. Os Estados Unidos, pela primeira vez, endossaram as negociações de paz referentes aos assentamentos judaicos, porém, em 2001 negaram o pedido de formação de um Estado Palestino na ONU.
1 - Segurança Nas negociações realizadas no ano 2000, os palestinos teriam feito diversas concessões, incluindo a autorização para a presença de militares israelenses no vale do rio Jordão, região em que ficaria a fronteira entre o futuro Estado palestino e a Jordânia. Para Israel, esta é uma questão estratégica, uma vez que há o temor de uma invasão estrangeira por aquela região. Para os palestinos, tal presença poderia ser vista como uma violação da soberania territorial, mas é preciso antes estabelecer esta soberania, e sem a anuência de Israel ela provavelmente nunca se dará por completo. Um paliativo capaz de aplacar os anseios dos dois lados sem provocar humilhações seria o envio de uma força militar multinacional simbólica para a região.
2 - Refugiados
Uma questão mais complicada é a dos refugiados. Os palestinos reivindicam o direito de retorno para cerca de 3 milhões de pessoas (incluindo descendentes) que deixaram o que hoje é Israel na guerra de 1948 e os territórios palestinos hoje ocupados na guerra de 1967. Israel não vai aceitar a entrada de centenas de milhares de palestinos, mas no ano 2000 teria proposto a criação de um fundo de amparo a esses refugiados, além da possibilidade de receber “por questões humanitárias” até 100 mil palestinos que poderiam se unir a seus familiares ainda morando em Israel. É verossímil também a acomodação definitiva dos refugiados em outros países ou no nascente Estado palestino. Nesta empreitada poderiam ajudar os países árabes, especialmente os do Golfo, que parecem engajados em ajudar a resolver o assunto com seus milhões de petrodólares.
3 - Fronteira definitiva
O tema que causa mais debate hoje em dia é a questão das fronteiras. Durante a guerra de 1967, Israel tomou diversos territórios, entre eles a Faixa de Gaza e a Cisjordânia. Nos dois, construiu instalações militares e assentamentos civis, violando diversas leis internacionais. Em 2005, sob o governo de Ariel Sharon, Israel evacuou sua população da Faixa de Gaza, mas a ocupação na Cisjordânia não apenas se manteve como foi aprofundada. Hoje, os assentamentos penetram vários quilômetros a dentro da Cisjordânia, na prática inviabilizando uma Cisjordânia contígua. Se não retrocederem ao menos em parte, não haverá um país chamado Palestina.
Para os palestinos, os efeitos desta ocupação estão expostos no noticiário internacional. Algumas das melhores terras da Cisjordânia foram tomadas e hoje abrigam apartamentos e fazendas israelenses. Há estradas separadas para israelenses e palestinos, com diversos postos militares de controle, que afetam a economia e prejudicam a convivência social. A dura repressão coloca frente a frente os soldados israelenses, muitas vezes truculentos, e a população civil. É uma humilhação sistemática que fomenta apenas o ódio do outro lado.
4 - Jerusalém
Jerusalém é o problema mais intrincado das negociações, por envolver sentimentos religiosos e nacionais, além das questões políticas. Sua porção leste, até 1967 controlada pela Jordânia, foi tomada por Israel após a guerra daquele ano. Grande parte dos assentamentos construídos na Cisjordânia circunda a cidade, uma estratégia para controlar Jerusalém de forma integral. Israel alega que Jerusalém é, histórica e religiosamente, uma cidade judaica, e em 1980 gravou em lei nacional que a cidade, “completa e unificada”, é a capital do país. A comunidade internacional não referenda tal reivindicação e os palestinos não aceitam ceder o controle da parte oriental de Jerusalém, que pretendem estabelecer como a capital do futuro estado. Um fator complicador na divisão é que na porção oriental de Jerusalém fica a chamada Cidade Velha, onde estão marcos religiosos judeus, muçulmanos e cristãos.
Várias tentativas foram feitas para ser realizado o importante acordo de paz, mas a intolerância de ambos os lados impedem isso. Os principais impasses do processo de paz entre Israel e palestinos:
• Os palestinos querem criar um Estado independente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, com Jerusalém Oriental como sua capital, região tomada por Israel em 1967. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem resistido a realizar negociações baseadas nas fronteiras antes de 1967 e defende que o Estado palestino seja desmilitarizado. Acentuando o impasse, os palestinos estão profundamente divididos em dois movimentos: a Autoridade Nacional Palestina e o Hamas
• Israel construiu uma série de assentamentos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, criando casas para meio milhão de colonos. O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, tem repetidamente feito apelos pelo fim da expansão israelense - tema que causou o colapso do diálogo em 2010. Os palestinos afirmam que os assentamentos, considerados ilegais pelas leis internacionais, deveriam ser esvaziados, mas deixam aberta a porta para a troca de algumas terras, permitindo que Israel fique com alguns territórios
• O status de Jerusalém é o impasse mais difícil de ser superado nas negociações. Os palestinos querem que Jerusalém Oriental inclua a Cidade Velha, com locais sagrados para muçulmanos cristãos e judeus, e seja sua capital. Netanyahu afirma que Jerusalém deve permanecer como a capital eterna e indivisível de Israel. Ao contrário da Cisjordânia, Israel anexou Jerusalém, ação que não foi reconhecida internacionalmente. Numerosos assentamentos em todo o leste da cidade complicam a divisão territorial
• Os palestinos têm pedido há muito tempo que refugiados que fugiram ou foram forçados a deixar suas casas após a guerra de 1948 sejam autorizados a voltar, junto com milhões de seus descendentes que vivem em Estados vizinhos ou campos de refugiados pela Faixa de Gaza e Cisjordânia. Israel rejeita o apelo, temendo que tal fluxo comprometa a maioria judaica no país
• Água- ambas partes reivindicam o controle de recursos hídricos da Cisjordânia
O conflito entre esses dois povos vem de muitos anos atrás com muitas tentativas de paz, mas até hoje quase nada foi resolvido pelos seguintes motivos: - Os Palestinos querem incorporar Jerusalém como um estado Palestino, sendo que Israel a considera indivisível do país. - O avanço de Israel com a construção de assentamentos para meio milhão de colonos na Cisjordânia. O presidente da Palestina, Abbas, tem feito muitos apelos para o fim dessa expansão-que causou o colapso do diálogo em 2010. Os Palestinos afirmam que esses assentamentos são ilegais e deveriam ser esvaziados. - Palestinos têm pedido a muito tempo que refugiados que fugiram ou foram obrigados a fugir da Palestina retornem a seu estado de origem, porém, Israel não permite a volta dessas pessoas pois tem medo que este fluxo comprometa a maioria judaica no país. - O extremismo desses dois povos é um dos maiores obstáculos para alcançar a paz nessa região. - A posição de não reconhecer o estado de Israel e a não negociação se manteve após Hamas conquistar a Faixa de Gaza, em 2006. - Com isso a ANP determinou o corte de ajuda financeira da União Européia e dos EUA. - Essa situação implantou um conflito entre Hamas e Fatah. - Em 2009, Netanyahu fez negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos na Cisjordânia. - Israel passou então, a admitir a existência de um estado palestino desmilitarizado.
A Guerra dos Seis Dias resultou em várias áreas palestinas ocupadas por tropas israelenses. Uma resolução do Conselho de Segurança da ONU estabeleceu que elas deveriam deixar essas áreas, o que foi cumprido apenas parcialmente. Mesmo assim, surgia o método que ainda hoje guia as tentativas de acordo entre Israel e Palestina: a troca de terra por paz
2. 1993
Após 26 anos de tentativas frustradas, um acordo foi assinado em 13 de setembro de 1993, em Washington. O encontro reuniu o presidente dos EUA Bill Clinton, o líder da Organização para a Libertação da Palestina Yasser Arafat e o premiê israelense Yitzhak Rabin. Um ano depois, Rabin foi assassinado e seu sucessor recuou em vários dos compromissos firmados
3. 2000
O acordo de Camp David, de 2000, foi firmado entre Clinton, Arafat e o então premiê de Israel, Ehud Barak. Israel ofereceu a Faixa de Gaza e parte da Cisjordânia, mas não abriu mão de algumas áreas. Já os palestinos queriam a reversão total das fronteiras antes da guerra de 1967. O novo impasse ajudou a dar início à segunda Intifada, o levante armado palestino
4. 2007
A partir de 2002, um bloco diplomático encabeçado pela ONU tentou convencer os dois lados a dialogar. O resultado foi a Conferência de Annapolis, de 2007, que reuniu o premiê israelense Ehud Olmert e o presidente da OLP Mahmoud Abbas. Mas o grupo palestino Hamas, que tinha acabado de ocupar Gaza, declarou que não apoiaria nenhuma decisão
Em 2014, os conflitos continuam, com uma disparidade de números de mortos altíssima, a maioria palestina e minoria de israelenses. Deve-se lembrar ainda que países da região já não conseguem apoiar o povo palestino, pois seus territórios apresentam grande instabilidade política, influenciada pela Primavera Árabe. Apesar de não chegarem a uma solução, países vizinhos (como o Egito) e a ONU conseguiram elaborar uma espécie de acordo, que estabeleceu o cessar-fogo na região no dia 26 de agosto.
Fatos recentes
Desde os anos 2000 até os dias atuais, uma série de fatos ocorreram e as disputas na região seguem sem resolução. Uma série de conflitos ocorre, resultando na morte de muitos inocentes. 2001: Sharon é eleito em Israel. 2004: Morre Arafat assume Mammoud Abbas (ANP). 2005: Hamas toma o poder na Faixa de Gaza. 2006: Hamas vence as eleições democraticamente em Gaza. Grupo não reconhece a existência de Israel. 2007: Novos conflitos entre Faixa de Gaza e Israel. 2008: Fim do Cessar fogo Gaza x Israel (Ataque do Hamas). 2010: Obama (EUA), Netanyahu (ISR) e ABBAS (ANP) negociam a paz, mas sem sucesso. 2012: Palestina é reconhecida por 138 países na ONU.
Fabio Graboski : Com a morte de Arafat em 2004 , a ANP passou a ser presidida por Mahmoud Abbas . As ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel e com os grupos radicais palestinos com o objetivo de retomar e avançar as questões traçadas pelo Mapa do Caminho. Apesar disso , o governo de Israel insistiu em dar continuidade á construção de um muro que inviabiliza a demarcação das fronteiras acertadas pelo Mapa do Caminho. O uro confisca cerca de 50% das terras situadas na Cisjordânia e anexa Israel aos assentamentos judaicos construídos nos territórios ocupados. Além disso Isarael incorporou todo o vale do Rio Jordão a única fonte de abastecimetno de água da região . Existem ainda outros impasses para se atingir um acordo de paz definitivo entre israelenses e palestinos. O término dos assentamentos Israelenses em territórios da Palestina e a divisão de Jerusalém ; A migração de expatriados palestinos que vem principalmente da Jordânia é um problema para Israel ; A forte oposição dos grupos radicais e dos obstáculos impostos pelos EUA , e pelo governo Israelense .
Pela forte oposição dos grupos e também pelos obstáculos colocados pelos EUA e pelo governo israelense que alegavam que Yasser Arafat era um interlocutor pouco confiável e pouco empenhado em controlar as ações dos grupos terroristas.Depois da morte de Arafat em 2004, a ANP passou a ser presidida por Mahmoud Abbas eleito em 2005. Abbas tentou negociar com Israel e os grupos radicais da Palestina com o objetivo de retornar e avançar as questões tratadas pelo mapa do caminho. Porém, em 2002 o governo de Israel insistiu em construir um muro separando Israel da parte da Cisjordânia controlada pelos palestinos, uma extensa região controlada pelo exercito israelense chamada "Zona Tampão". Além disso, o muro pega terras palestinas e todo o vale do Rio Jordão.
A divergência étnica acentua a perceptível fragilidade social de conviver com as diferenças.Nesse sentido, um exemplo notório é o conflito entre Israel e a Palestina, tendo em vista que o exacerbado radicalismo interfere diretamente no processo de pacificação.Logo,tentativas foram sintetizadas para fenecer esse esdrúxulo empecilho.Dessa maneira,estão listados abaixo alguns motivos que atrasaram esse processo de paz:
- O fim dos assentamentos israelenses em territórios palestinos e a divisão de Jerusalém entre os dois lados. - A volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia é um grande problema para Israel. - Com a morte de Arafat entra Mahmoud abbas. - As ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel, retomando as questões traçadas pelo mapa. - Israel insistiu em construir um muro que separava Israel dos Palestinos (esse muro foi construído na Cisjordânia). - Disputa pela cidade de Jerusalém. Israel a declara a declara capital indivisível do pais, já os palestinos desejam incorpora- lá a um futuro estado da palestina. - Após o Hamas conquistar o poder da faixa de gaza manteve-se o não reconhecimento do estado de Israel a oposição a qualquer negociação de paz. - Além disso a crise colocou em confronto direto os dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas que controla a faixa de gaza e o Fatah de Mahmoud Abbas que controla as terras palestinas da Cisjordânia.
Nesse viés, interfere-se que é indispensável continuar com tentativas para coibir maiores conflitos.Assim, é imperioso um diálogo plural entre lideranças mundias para, então, dar paz a povos que sofrem com essa ignóbil mazela social.
Maio de 1948 - Judeus declararam a sua independência, criando um moderno estado de Israel; O novo país foi invadido por Iraque, Líbano, Egito e Síria; Os Israelenses desistiram e ainda ampliaram o território. 1967 - Israel deflagrou um ataque preventivo e teve início a Guerra dos seis dias. Ao fim dela Israel havia tomado a Faixa de Gaza, a península de Sinai, a Cisjordânia (área onde fica Jerusalém), as Colinas de Gola, e a Nascente do Rio Jordão. 1973 - O dia do perdão para os Judeus; Síria e Egito fracassaram na tentativa de reconquistar os territórios perdidos. 1978 - Os Egípcios assinaram um acordo histórico com os Israelenses; Primeiro ministro Israelense Menahem Pequi. 1982 - Israel invadiu Líbano, com o objetivo de destruir focos terroristas Palestinos. 1987 - O levante começou nos territórios Palestinos; Iase Arafat comandava a organização para libertação da Palestina. 1993 - Um novo acordo de Paz; Israel começou a devolver os territórios ocupados. 2000 - Arafat recusou a proposta que davam os Palestinos, o controle de 95 % dos territórios ocupados. De 2000 a Novembro de 2008, os conflitos mataram 4897 Palestinos, 580 Israelenses e 64 Estrangeiros. 2004 - O líder Palestino Iase Arafat morreu, e foi sucedido. 2005 - Israel removeu 8000 Colonos Judeus de assentamentos da Faixa de Gaza, e retirou as tropas da região. 2006 - Hamas venceu as eleições legislativas Palestinas, e passou a controlar a Faixa de Gaza. 2008 - Israel e Hamas acertaram um Cessar Fogo de 6 meses.
A região da Palestina, no Oriente Médio, disputada por israelenses e palestinos, povos que têm a mesma origem étnica, é um dos maiores impasses da atualidade. Os principais motivos que limitam o acordo de paz entre Israelenses e Palestinos são:
ResponderExcluir- O fim dos assentamentos israelenses em territórios palestinos e a divisão de Jerusalém entre os dois lados.
- A volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia é um grande problema para Israel.
-A forte oposição de grupos radicais (Judeus e Palestinos) e dos obstáculos impostos pelos Estados Unidos e pelo governo Israelense.
- Com a morte de Arafat entra Mahmoud abbas.
- As ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel, retomando as questões traçadas pelo mapa.
- Israel insistiu em construir um muro que separava Israel dos Palestinos (esse muro foi construído na Cisjordânia).
- Disputa pela cidade de Jerusalém. Israel a declara a declara capital indivisível do pais, já os palestinos desejam incorpora- lá a um futuro estado da palestina.
- Após o Hamas conquistar o poder da faixa de gaza manteve se o não reconhecimento do estado de Israel a oposição a qualquer negociação de paz.
- Além disso a crise colocou em confronto direto os dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas que controla a faixa de gaza e o Fatah de Mahmoud Abbas que controla as terras palestinas da Cisjordânia.
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ResponderExcluirAs ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel e com os grupos radicais palestinos. Essas negociações levaram á retirada dos assentamentos judaicos da Faixa de Gaza e de uma pequena parte da Cisjordânia.
ResponderExcluirO governo de Israel insistiu em dar continuidade à construção de um muro que sapara Israel da parte da Cisjordânia controlada pelos palestinos. O muro inviabiliza a demarcação das fronteiras acertadas pelo Mapa do Caminho; confisca cerca de 50% das terras situadas na Cisjordânia e anexa em Israel os assentamentos judaicos construído nos territórios ocupados.
Israel declara que a cidade de Jerusalém é a capital invisível do pais, já os palestinos não abrem a mão de incorporá-la a um futuro Estado da Palestina.Essa situação de crise colocou em confronto os dois principais grupos palestinos da atualidade: o Hamas e o Fatah.
Existem alguns impasses para se atingir um acordo de paz entre Israelenses e palestinos:
ResponderExcluir• Um exemplo é Jerusalém, onde Israel a considera capital indivisível do país e os palestinos não abrem mão de incorpora-la como estado Palestino;
• O extremismo de alguns grupos também dificulta a negociação de paz;
• O Hamas em 2006 conquistou o poder da faixa de Gaza, não reconheceu o estado de Israel e não quis acordo de paz;
• Com isso a ANP foi isolada internacionalmente e foi determinado o corte financeiro que vinha da União Europeia e dos Estados Unidos;
• Também foi colocado em conflito os dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas e o Fatah;
• Em 2009, foi permitida a ampliação dos assentamentos da Cisjordânia, o que entravou as negociações com a ANP;
• Israel passou a admitir a possibilidade de um estado Palestino desmilitarizado;
• Os Estados Unidos endossaram a posição palestina no acordo de paz, com relação à interrupção dos assentamentos judaicos;
• Porém foi vetado o pedido da ANP para a formação de um estado Palestino.
É explícito perceber que ainda existem questões para se cumprir um acordo de paz irrevogável entre israelenses e palestinos. Tendo em vista que, um deles é a cidade de Jerusalém, em que Israel a declara capital indivisível do país; enquanto os palestinos não abrem mão de integrá-la como um Estado da Palestina. Há também o extremismo de grupos judeus e palestinos, contrários a qualquer negociação. A posição de não reconhecimento do Estado de Israel e a oposição a qualquer negociação manteve-se quando Hamas conquistou o poder na faixa de Gaza, em 2006. Tais circunstâncias isolaram a ANP e determinou-se o corte da ajuda vinda da União Européia e dos Estados Unidos, além desse acontecimento, essa situação de crise posicionou em confronto diretos dois principais grupos palestinos: Hamas e Fatah. O governo impediu as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, empatando a formação de um território palestino contínuo, tal fato ocorreu em 2009. Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestinos desmilitarizado, sem a possibilidade de controle de suas fronteiras. Os Estados Unidos endossaram a posição palestina nas negociações de paz, com referência à interrupção dos assentamentos judaicos. Todavia, interditaram o pedido da ANP para a formação de um Estado Palestino na ONU.
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ResponderExcluirAo analisar o tema estudado pode-se observar que existem alguns impasses para se atingir um acordo de paz entre Israelenses e palestinos:
ResponderExcluir- Israel declara que cidade de Jerusalém é indispensável ao país, já os palestinos não abrem mão de incorporá-la a um futuro estado da palestina;
- O extremismo de grupos judeus e palestinos, é outro obstáculo à paz da região.
-Em 2006, o Hamas conquistou legitimamente o poder na faixa de Gaza e manteve a posição de não reconhecimento do estado de Israel e a oposição a qualquer negociação de paz;
-Essas circunstâncias isolaram a ANP e determinaram o corte da ajuda financeira proveniente da União Européia e dos Estados Unidos;
-Essa situação de crise colocou em confronto direto dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas e o Fatah;
-Em 2009, o governo de Binyamin Netanyahu entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, o que inviabiliza a formação de um território palestino contínuo. Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestino desmilitarizado;
-Pela primeira vez os Estados Unidos endossaram a posição palestinas nas negociações de paz, no que diz respeito à interrupção dos assentamentos judaicos;
-No entanto, vetaram o pedido da ANP para a formação de um Estado Palestino na ONU, em 2011.
O conflito entre israelenses e palestinos dura mais de seis décadas, desde a independência do Estado de Israel, em 1948. Vários acordos de paz foram tentados, mas o radicalismo de ambos os lados dificulta as negociações.
ResponderExcluirOs pontos mais polêmicos são o fim dos assentamentos israelenses em territórios palestinos e a divisão de Jerusalém entre os dois lados – que Israel atualmente rejeita, a volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia, também é um grande problema para Israel, que teme uma explosão geográfica na região e Israel insistiu em construir um muro que separava Israel dos Palestinos (esse muro foi construído na Cisjordânia).
Desde 1948, ano da criação do Estado de Israel, muitas coisas mudaram, especialmente a configuração dos territórios disputados após as guerras entre árabes e israelenses.
ResponderExcluirPara Israel, estes são fatos consumados, mas os palestinos insistem que as fronteiras a serem negociadas devem ser aquelas existentes antes da guerra de 1967.
Além disso, enquanto no campo militar as coisas estão cada vez mais incontroláveis na Faixa de Gaza, há uma espécie de guerra silenciosa na Cisjordânia, com a construção de assentamentos israelenses, o que reduz, de fato, o território palestino nestas áreas.
Mas talvez a questão mais complicada pelo seu simbolismo seja Jerusalém, a capital tanto para palestinos e israelenses.
Tanto a Autoridade Palestina, que governa a Cisjordânia, quanto o grupo Hamas, em Gaza, reivindicam a parte oriental como a capital de um futuro Estado palestino, apesar de Israel tê-la ocupado em 1967.
Um pacto definitivo nunca será possível sem resolver este ponto.
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ResponderExcluirOs conflitos entre árabes e judeus, apesar de atuais, têm origem milenar e carregam uma longa história de desavenças religiosas e de disputa de territórios. Após diversas tentativas de um possível sucesso nos acordos de paz já criados, temos em vista que os impasses que inviabilizam o mesmo são:
ResponderExcluir• Israel declara que a cidade de Jerusalém é indispensável ao país, porém palestinos exigem que seu futuro Estado seja delimitado pelas fronteiras anteriores a 4 de junho de 1967, antes do início da Guerra dos Seis Dias, o que incluiria Jerusalém Oriental como sua capital;
• O extremismo de grupos judeus e palestinos;
• Em 2006, o Hamas conquistou legitimamente o poder na Faixa de Gaza e manteve a posição de não reconhecimento do estado de Israel e oposição a qualquer negociação de paz;
• Essa situação de crise colocou em confronto direto dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas e o Fatah;
• Em 2009, o governo de Binyamin Netanyahu entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia;
• A não formação de um Estado Palestino na ONU, pode ser considerado um outro impasse;
• Os palestinos afirmam que os refugiados (10,6 milhões, de acordo com a OLP, dos quais cerca de metade são registrados na ONU) têm o direito de voltar ao que é hoje Israel. Mas, para Israel, permitir o retorno destruiria sua identidade como um Estado judeu;
Acordo de paz entre palestinos e israelenses são sempre enfraquecidos, negociação que levaram a retirada dos assentamentos judaicos da Faixa de Gaza, para construir casas para colonos. a construção de muro para separar Israel da Cisjordânia controlada pelos palestinos, assim isolando a Palestina em seu próprio território. Israelenses declaram que cidade de Jerusalém é indispensável ao país, já os palestinos não abrem mão de incorporá-la no futuro.
ResponderExcluirExistem alguns impasses para atingir um acordo de paz entre israelenses e palestinos:
ResponderExcluir- Um deles é Jerusalém, onde Israel declara a capital indivisível do país, e os palestinos não abrem mão de incorporá-la a um futuro Estado da Palestina;
- O extremismo dos judeus e palestinos, constituem outro obstáculo de paz na região;
- Em 2006 Hamas conquistou o poder na faixa de Gaza, mas não reconheceu o Estado de Israel e muito menos quis o acordo de paz;
- Com isso a ANP determinou o corte da ajuda financeira da União Europeia e dos Estados Unidos;
- A situação colocou um confronto entre Hamas e Fatah;
- Em 2009 o governo de Binyamin Netanyahu entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia;
- Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestino desmilitarizado;
- Porém o pedido da ANP foi vetado para a formação de um Estado Palestino na ONU.
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ResponderExcluirO conflito entre israelenses e palestinos talvez seja a questão política mais complexa do nosso tempo e isso não é de hoje, são mais de seis décadas, desde que a ONU criou o Estado de Israel, em 1948. Desde então vários acordos de paz foram tentados, mas o radicalismo de ambos os lados dificulta as negociações, tornando a paz quase que impossível. Agora vejamos alguns impasses que impossibitam a paz entre esses povos:
ResponderExcluir- A total falta de educação para a paz, pois os líderes palestinos alimentam desde cedo suas crianças com uma inalterável dieta de ódio.
- Ausência de um líder com autorização ou coragem, de embarcar em uma missão tão arriscada.
- Jerusalém: Israel reivindica soberania sobre a cidade inteira (sagrada para judeus, muçulmanos e cristãos) e afirma que a cidade é sua capital "eterna e indivisível", após ocupar Jerusalém Oriental em 1967. A reivindicação não é reconhecida. Os palestinos querem Jerusalém Oriental como sua capital.
- Fronteiras: os palestinos exigem que seu futuro Estado seja delimitado pelas fronteiras anteriores a 4 de junho de 1967, antes do início da Guerra dos Seis Dias, o que incluiria Jerusalém Oriental, o que Israel rejeita.
- Assentamentos: ilegais sob a lei internacional, construídos pelo governo israelense nos territórios ocupados após a guerra de 1967. Na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental há mais de meio milhão de colonos judeus.
- Refugiados palestinos: os palestinos dizem que os refugiados (10,6 milhões, de acordo com a OLP, dos quais cerca de metade são registrados na ONU) têm o direito de voltar ao que é hoje Israel. Mas, para Israel, permitir o retorno destruiria sua identidade como um Estado judeu.
Testemunha– se um impetuoso empecilho verificado na questão dos impasses que limitam ás negociações de paz entre Israelenses e Palestinos. Nesse viés, um deles é a cidade de Jerusalém, onde Israel a declara capital indivisível do país e os palestinos não abrem mão de agregá- la ao um possível Estado da Palestina. Logo, o extremismo entre grupos judeus e palestinos, é antagônico a qualquer negociação. Hamas conquistou a faixa da Gaza e diante disso, manteve a posição de não reconhecimento do Estado de Israel e a oposição as negociações de paz, em 2006. Tais situações isolaram a ANP e determinaram o corte do auxílio financeiro originário da União Europeia e dos Estados Unidos. Contudo, essas circunstâncias de crise colocaram em confronto dois grupos palestinos: Hamas (faixa de Gaza) e Fatah (terras palestinas da Cisjordânia). O governo de Netanyahu travou as negociações com a ANP ao permitir a extensão dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, o que dificultava a formação do território palestino, em 2009. Dessa forma, Israel começou a consentir um Estado Palestino desmilitarizado, sem controle de fronteiras, do meio aéreo e de defesa. Os Estados Unidos endossaram a posição palestina nas ações de paz, no que diz respeito à interrupção dos assentamentos judaicos. Entretanto, foi vetado o pedido da ANP para formação de um Estado palestino na ONU. Várias medidas formam propostas, porém o radicalismo de ambos dificultou as negociações de paz.
ResponderExcluir*O status de Jerusalém é o impasse mais difícil de ser superado nas negociações por envolver sentimentos religiosos e nacionais, além das questões políticas. Israel a declara capital indivisível do pais, já os palestinos não abrem mão de incorpora-la a um futuro estado da palestina;
ResponderExcluir*Os extremismo de alguns grupos também dificultam para que um acordo de paz seja feito;
*Em 2006 Hamas conquistou a faixa de gaza, não reconhecendo assim o estado de israel e se opondo a qualquer negociação de paz;
*Com isso a ANP foi isolada internacionalmente e foi determinado o corte financeiro que vinha da União Europeia e dos Estados Unidos;
*Tal situação de crise colocou em confronto dois grupos palestinos :o Hamas e o Fatah;
* em 2009 Benjamin Netanyahu entravou negociações com a ANP ao permitir ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia;
*israel passou a admitir a existência de um estado palestino desmilitarizado;
*os estados unidos pela primeira vez endossaram a posição palestina nas negociações no que diz respeito à interrupção dos assentamentos judaicos;
*No entanto,vetaram o pedido da ANP para a formação de um estado palestino na ONU e 2011;
Conflitos entre Israelenses e Palestinos tem duração de várias décadas, desde a independência do Estado de Israel, em 1948. Apesar de vários acordos de paz terem sido estabelecidos, o radicalismo existente em ambos os lados, faz com que nenhum tipo de negociação se concretize. Os principais impasses do processo de paz entre Israel e os Palestinos envolvem questões como a dos assentamentos israelenses em territórios palestinos, mais especificamente na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental; a volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia, causando em Israel o receio de que haja uma explosão geográfica na região; e um dos impasses mais difíceis de ser superado nessas negociações: a questão da divisão de Jerusalém entre os dois lados, o que Israel atualmente rejeita.
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ResponderExcluirOs conflitos entre Israel e a Palestina se intensificaram em junho e julho de 2014, apesar de serem conflitos de longa data. Várias tentativas de acordos de paz já foram lançadas, porém existem vários impasses impedindo os mesmo. Um deles é a cidade de Jerusalém. Israel a declara capital indivisível do país, já os Palestinos não abrem mão de incorporá-la a um futuro Estado da Palestina.
ResponderExcluirOutros impasses são:
• Em 2002 Israel ocupa territórios palestinos e cerca Arafat. Começa a construção do muro da Cisjordânia, um muro de 350 Km de extensão e 9 metros de altura que corre paralelamente à fronteira da Cisjordânia com Israel. O objetivo da construção é impedir a entrada de terroristas palestinos no território de Israel;
• Em 1964 grupos exilados fundaram A Organização para Libertação da Palestina (OLP), que negava a legitimidade da existência de Israel;
• O Hamas em 2006 conquistou o poder da faixa de Gaza, não reconheceu o estado de Israel e não aceitou o acordo de paz;
• Os Estados Unidos asseguraram a posição palestina no acordo, com relação à parada dos assentamentos judaicos;
• Israel reivindica o controle total dos recursos hídricos;
Além das questões mencionadas, o extremismo de grupos Judeus e Palestinos contrários a qualquer processo de negociação constituem outros obstáculos à paz na região.
Atualmente, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia apresentam infraestruturas precárias, baixo dinamismo econômico e elevadas taxas de pobreza, em grande parte por causa dos conflitos com Israel.
Os conflitos entre árabes e judeus perduram até hoje, porém, têm origem em torno do século III e carregam uma longa história de desavenças religiosas,disputas territoriais, xenofobia e radicalismo exagerado.
ResponderExcluirEste conflito é marcado por inúmeros problemas históricos, que são usados como base para a criação do estado Palestino, mas a xenofobia descontrolada e uma disputa acirrada por territórios impedem a criação de um acordo definitivo para resolver esse problema que já perdura a muito tempo.
Entre os impasses que impedem a paz estão:
Primeira Guerra Árabe-Isralense. Os árabes palestinos não aceitaram a partilha e atacaram Israel. Os israelenses venceram a guerra e anexaram territórios palestinos previstos pela ONU. A partir daí, o conflito entre Israel e árabes, especialmente os palestinos, tornou-se constante.
Organização para a Libertação da Palestina. Em 1964, líderes de países árabes fundaram a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) liderada por Yasser Arafat. A OLP é uma organização política e militar formada com a finalidade de unir os grupos palestinos em oposição à presença israelense no antigo território da Palestina.
Guerra dos Seis Dias. Em 1967, Egito, Síria e Jordânia atacam Israel, que reage com um ataque-relâmpago e vence em seis dias os três exércitos e conquista a Faixa de Gaza, o Sinai, a Cisjordânia e as Colinas de Golã.
Guerra do Yom Kippur. Em 6 de outubro de 1973, forças do Egito e da Síria lançam um ataque-surpresa contra Israel, no dia do feriado judaico do Yom Kippur (Dia do Perdão). O exército israelense, porém, contra-ataca. Os países árabes produtores de petróleo ameaçam o Ocidente com um boicote aos países que apoiaram Israel, provocando a alta dos preços do petróleo e uma crise econômica de repercussão mundial.
Analisando o tema estudado, observa-se que existem certos impasses para se atingir um acordo de paz entre Palestinos e Israelenses:
ResponderExcluir- O extremismo dos judeus e palestinos, constituem outro obstáculo de paz na região;
- Em 2006, Hamas conquistou o poder na faixa de Gaza, mas não reconheceu o Estado de Israel e muito menos quis o acordo de paz;
- Com isso a ANP determinou o corte de ajuda financeira na União Européia e dos Estados Unidos;
- A situação implantou um conflito entre Hamas e Fatah;
- Em 2009, o governo de Netanyaha entravou as negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjorânia;
- Israel passou a admitir a existência de um Estado Palestino desmilitarizado;
- Porém, o pedido da ANP foi vetado para a formação de um Estado Palestino na ONU.
As metas que foram previstas pelo Mapa do caminho não tiveram o resultado esperado, pois era forte a oposição dos grupos radicais, formados por judeus e árabes.
ResponderExcluirCom a morte de Arafat, a ANP passou a ser direcionada por Abbas e suas ações foram sentidas pela negociação com Israel, tendo como objetivo, retomar o que foi traçado pelo Mapa do Caminho, o que levou a retirada judaica da Faixa de Gaza e da Cisjordânia.
O governo de Israel decidiu dar continuidade a questão da construção de um muro o qual separava Israel da Cisjordânia, que era controlada por palestinos.
Outros impasses não deixavam existir um acordo de paz entre os israelenses e palestinos, como por exemplo, a cidade de Jerusalém, pois nenhum abria mão dela; o extremismo dos dois grupos que não aceitavam nenhum tipo de negociação.
Em 2006 Hamas conquistou a Faixa de Gaza, mantendo sua posição de não reconhecimento do Estado de Israel; essas circunstâncias isolaram a ANP e determinaram o corte de ajuda financeira vindas da União Europeia e dos Estados Unidos, que na época correspondia cerca da metade de toda receita da ANP. Sobre tudo, a crise colocou os dois principais grupos em conflitos: Hamas e Fatah.
Em 2009 a ampliação dos assentamentos judaicos na Cisjordânia foi permitida pelo governo de Binyamin entravando as negociações com a ANP, impedindo a formação de um território palestino contínuo. Israel admitiu a existência de um estado palestino sem controle. Os Estados Unidos, pela primeira vez, endossaram as negociações de paz referentes aos assentamentos judaicos, porém, em 2001 negaram o pedido de formação de um Estado Palestino na ONU.
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ResponderExcluir1 - Segurança
ResponderExcluirNas negociações realizadas no ano 2000, os palestinos teriam feito diversas concessões, incluindo a autorização para a presença de militares israelenses no vale do rio Jordão, região em que ficaria a fronteira entre o futuro Estado palestino e a Jordânia. Para Israel, esta é uma questão estratégica, uma vez que há o temor de uma invasão estrangeira por aquela região. Para os palestinos, tal presença poderia ser vista como uma violação da soberania territorial, mas é preciso antes estabelecer esta soberania, e sem a anuência de Israel ela provavelmente nunca se dará por completo. Um paliativo capaz de aplacar os anseios dos dois lados sem provocar humilhações seria o envio de uma força militar multinacional simbólica para a região.
2 - Refugiados
Uma questão mais complicada é a dos refugiados. Os palestinos reivindicam o direito de retorno para cerca de 3 milhões de pessoas (incluindo descendentes) que deixaram o que hoje é Israel na guerra de 1948 e os territórios palestinos hoje ocupados na guerra de 1967. Israel não vai aceitar a entrada de centenas de milhares de palestinos, mas no ano 2000 teria proposto a criação de um fundo de amparo a esses refugiados, além da possibilidade de receber “por questões humanitárias” até 100 mil palestinos que poderiam se unir a seus familiares ainda morando em Israel. É verossímil também a acomodação definitiva dos refugiados em outros países ou no nascente Estado palestino. Nesta empreitada poderiam ajudar os países árabes, especialmente os do Golfo, que parecem engajados em ajudar a resolver o assunto com seus milhões de petrodólares.
3 - Fronteira definitiva
O tema que causa mais debate hoje em dia é a questão das fronteiras. Durante a guerra de 1967, Israel tomou diversos territórios, entre eles a Faixa de Gaza e a Cisjordânia. Nos dois, construiu instalações militares e assentamentos civis, violando diversas leis internacionais. Em 2005, sob o governo de Ariel Sharon, Israel evacuou sua população da Faixa de Gaza, mas a ocupação na Cisjordânia não apenas se manteve como foi aprofundada. Hoje, os assentamentos penetram vários quilômetros a dentro da Cisjordânia, na prática inviabilizando uma Cisjordânia contígua. Se não retrocederem ao menos em parte, não haverá um país chamado Palestina.
Para os palestinos, os efeitos desta ocupação estão expostos no noticiário internacional. Algumas das melhores terras da Cisjordânia foram tomadas e hoje abrigam apartamentos e fazendas israelenses. Há estradas separadas para israelenses e palestinos, com diversos postos militares de controle, que afetam a economia e prejudicam a convivência social. A dura repressão coloca frente a frente os soldados israelenses, muitas vezes truculentos, e a população civil. É uma humilhação sistemática que fomenta apenas o ódio do outro lado.
4 - Jerusalém
Jerusalém é o problema mais intrincado das negociações, por envolver sentimentos religiosos e nacionais, além das questões políticas. Sua porção leste, até 1967 controlada pela Jordânia, foi tomada por Israel após a guerra daquele ano. Grande parte dos assentamentos construídos na Cisjordânia circunda a cidade, uma estratégia para controlar Jerusalém de forma integral. Israel alega que Jerusalém é, histórica e religiosamente, uma cidade judaica, e em 1980 gravou em lei nacional que a cidade, “completa e unificada”, é a capital do país. A comunidade internacional não referenda tal reivindicação e os palestinos não aceitam ceder o controle da parte oriental de Jerusalém, que pretendem estabelecer como a capital do futuro estado. Um fator complicador na divisão é que na porção oriental de Jerusalém fica a chamada Cidade Velha, onde estão marcos religiosos judeus, muçulmanos e cristãos.
Várias tentativas foram feitas para ser realizado o importante acordo de paz, mas a intolerância de ambos os lados impedem isso. Os principais impasses do processo de paz entre Israel e palestinos:
ResponderExcluir• Os palestinos querem criar um Estado independente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, com Jerusalém Oriental como sua capital, região tomada por Israel em 1967. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem resistido a realizar negociações baseadas nas fronteiras antes de 1967 e defende que o Estado palestino seja desmilitarizado. Acentuando o impasse, os palestinos estão profundamente divididos em dois movimentos: a Autoridade Nacional Palestina e o Hamas
• Israel construiu uma série de assentamentos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, criando casas para meio milhão de colonos. O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, tem repetidamente feito apelos pelo fim da expansão israelense - tema que causou o colapso do diálogo em 2010. Os palestinos afirmam que os assentamentos, considerados ilegais pelas leis internacionais, deveriam ser esvaziados, mas deixam aberta a porta para a troca de algumas terras, permitindo que Israel fique com alguns territórios
• O status de Jerusalém é o impasse mais difícil de ser superado nas negociações. Os palestinos querem que Jerusalém Oriental inclua a Cidade Velha, com locais sagrados para muçulmanos cristãos e judeus, e seja sua capital. Netanyahu afirma que Jerusalém deve permanecer como a capital eterna e indivisível de Israel. Ao contrário da Cisjordânia, Israel anexou Jerusalém, ação que não foi reconhecida internacionalmente. Numerosos assentamentos em todo o leste da cidade complicam a divisão territorial
• Os palestinos têm pedido há muito tempo que refugiados que fugiram ou foram forçados a deixar suas casas após a guerra de 1948 sejam autorizados a voltar, junto com milhões de seus descendentes que vivem em Estados vizinhos ou campos de refugiados pela Faixa de Gaza e Cisjordânia. Israel rejeita o apelo, temendo que tal fluxo comprometa a maioria judaica no país
• Água- ambas partes reivindicam o controle de recursos hídricos da Cisjordânia
O conflito entre esses dois povos vem de muitos anos atrás com muitas tentativas de paz, mas até hoje quase nada foi resolvido pelos seguintes motivos:
ResponderExcluir- Os Palestinos querem incorporar Jerusalém como um estado Palestino, sendo que Israel a considera indivisível do país.
- O avanço de Israel com a construção de assentamentos para meio milhão de colonos na Cisjordânia. O presidente da Palestina, Abbas, tem feito muitos apelos para o fim dessa expansão-que causou o colapso do diálogo em 2010. Os Palestinos afirmam que esses assentamentos são ilegais e deveriam ser esvaziados.
- Palestinos têm pedido a muito tempo que refugiados que fugiram ou foram obrigados a fugir da Palestina retornem a seu estado de origem, porém, Israel não permite a volta dessas pessoas pois tem medo que este fluxo comprometa a maioria judaica no país.
- O extremismo desses dois povos é um dos maiores obstáculos para alcançar a paz nessa região.
- A posição de não reconhecer o estado de Israel e a não negociação se manteve após Hamas conquistar a Faixa de Gaza, em 2006.
- Com isso a ANP determinou o corte de ajuda financeira da União Européia e dos EUA.
- Essa situação implantou um conflito entre Hamas e Fatah.
- Em 2009, Netanyahu fez negociações com a ANP ao permitir a ampliação dos assentamentos na Cisjordânia.
- Israel passou então, a admitir a existência de um estado palestino desmilitarizado.
1. 1967
ResponderExcluirA Guerra dos Seis Dias resultou em várias áreas palestinas ocupadas por tropas israelenses. Uma resolução do Conselho de Segurança da ONU estabeleceu que elas deveriam deixar essas áreas, o que foi cumprido apenas parcialmente. Mesmo assim, surgia o método que ainda hoje guia as tentativas de acordo entre Israel e Palestina: a troca de terra por paz
2. 1993
Após 26 anos de tentativas frustradas, um acordo foi assinado em 13 de setembro de 1993, em Washington. O encontro reuniu o presidente dos EUA Bill Clinton, o líder da Organização para a Libertação da Palestina Yasser Arafat e o premiê israelense Yitzhak Rabin. Um ano depois, Rabin foi assassinado e seu sucessor recuou em vários dos compromissos firmados
3. 2000
O acordo de Camp David, de 2000, foi firmado entre Clinton, Arafat e o então premiê de Israel, Ehud Barak. Israel ofereceu a Faixa de Gaza e parte da Cisjordânia, mas não abriu mão de algumas áreas. Já os palestinos queriam a reversão total das fronteiras antes da guerra de 1967. O novo impasse ajudou a dar início à segunda Intifada, o levante armado palestino
4. 2007
A partir de 2002, um bloco diplomático encabeçado pela ONU tentou convencer os dois lados a dialogar. O resultado foi a Conferência de Annapolis, de 2007, que reuniu o premiê israelense Ehud Olmert e o presidente da OLP Mahmoud Abbas. Mas o grupo palestino Hamas, que tinha acabado de ocupar Gaza, declarou que não apoiaria nenhuma decisão
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ResponderExcluirSou o Augusto da 301
ResponderExcluirEm 2014, os conflitos continuam, com uma disparidade de números de mortos altíssima, a maioria palestina e minoria de israelenses. Deve-se lembrar ainda que países da região já não conseguem apoiar o povo palestino, pois seus territórios apresentam grande instabilidade política, influenciada pela Primavera Árabe. Apesar de não chegarem a uma solução, países vizinhos (como o Egito) e a ONU conseguiram elaborar uma espécie de acordo, que estabeleceu o cessar-fogo na região no dia 26 de agosto.
Fatos recentes
Desde os anos 2000 até os dias atuais, uma série de fatos ocorreram e as disputas na região seguem sem resolução. Uma série de conflitos ocorre, resultando na morte de muitos inocentes.
2001: Sharon é eleito em Israel.
2004: Morre Arafat assume Mammoud Abbas (ANP).
2005: Hamas toma o poder na Faixa de Gaza.
2006: Hamas vence as eleições democraticamente em Gaza. Grupo não reconhece a existência de Israel.
2007: Novos conflitos entre Faixa de Gaza e Israel.
2008: Fim do Cessar fogo Gaza x Israel (Ataque do Hamas).
2010: Obama (EUA), Netanyahu (ISR) e ABBAS (ANP) negociam a paz, mas sem sucesso.
2012: Palestina é reconhecida por 138 países na ONU.
Fabio Graboski :
ResponderExcluirCom a morte de Arafat em 2004 , a ANP passou a ser presidida por Mahmoud Abbas . As ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel e com os grupos radicais palestinos com o objetivo de retomar e avançar as questões traçadas pelo Mapa do Caminho.
Apesar disso , o governo de Israel insistiu em dar continuidade á construção de um muro que inviabiliza a demarcação das fronteiras acertadas pelo Mapa do Caminho. O uro confisca cerca de 50% das terras situadas na Cisjordânia e anexa Israel aos assentamentos judaicos construídos nos territórios ocupados.
Além disso Isarael incorporou todo o vale do Rio Jordão a única fonte de abastecimetno de água da região .
Existem ainda outros impasses para se atingir um acordo de paz definitivo entre israelenses e palestinos.
O término dos assentamentos Israelenses em territórios da Palestina e a divisão de Jerusalém ; A migração de expatriados palestinos que vem principalmente da Jordânia é um problema para Israel ; A forte oposição dos grupos radicais e dos obstáculos impostos pelos EUA , e pelo governo Israelense .
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ResponderExcluirPela forte oposição dos grupos e também pelos obstáculos colocados pelos EUA e pelo governo israelense que alegavam que Yasser Arafat era um interlocutor pouco confiável e pouco empenhado em controlar as ações dos grupos terroristas.Depois da morte de Arafat em 2004, a ANP passou a ser presidida por Mahmoud Abbas eleito em 2005. Abbas tentou negociar com Israel e os grupos radicais da Palestina com o objetivo de retornar e avançar as questões tratadas pelo mapa do caminho. Porém, em 2002 o governo de Israel insistiu em construir um muro separando Israel da parte da Cisjordânia controlada pelos palestinos, uma extensa região controlada pelo exercito israelense chamada "Zona Tampão". Além disso, o muro pega terras palestinas e todo o vale do Rio Jordão.
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ResponderExcluirA divergência étnica acentua a perceptível fragilidade social de conviver com as diferenças.Nesse sentido, um exemplo notório é o conflito entre Israel e a Palestina, tendo em vista que o exacerbado radicalismo interfere diretamente no processo de pacificação.Logo,tentativas foram sintetizadas para fenecer esse esdrúxulo empecilho.Dessa maneira,estão listados abaixo alguns motivos que atrasaram esse processo de paz:
ResponderExcluir- O fim dos assentamentos israelenses em territórios palestinos e a divisão de Jerusalém entre os dois lados.
- A volta de milhões de expatriados palestinos, que vivem sobretudo na Jordânia é um grande problema para Israel.
- Com a morte de Arafat entra Mahmoud abbas.
- As ações de Abbas foram pautadas pelas negociações com o governo de Israel, retomando as questões traçadas pelo mapa.
- Israel insistiu em construir um muro que separava Israel dos Palestinos (esse muro foi construído na Cisjordânia).
- Disputa pela cidade de Jerusalém. Israel a declara a declara capital indivisível do pais, já os palestinos desejam incorpora- lá a um futuro estado da palestina.
- Após o Hamas conquistar o poder da faixa de gaza manteve-se o não reconhecimento do estado de Israel a oposição a qualquer negociação de paz.
- Além disso a crise colocou em confronto direto os dois principais grupos palestinos da atualidade: Hamas que controla a faixa de gaza e o Fatah de Mahmoud Abbas que controla as terras palestinas da Cisjordânia.
Nesse viés, interfere-se que é indispensável continuar com tentativas para coibir maiores conflitos.Assim, é imperioso um diálogo plural entre lideranças mundias para, então, dar paz a povos que sofrem com essa ignóbil mazela social.
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ResponderExcluirMaio de 1948 - Judeus declararam a sua independência, criando um moderno estado de Israel; O novo país foi invadido por Iraque, Líbano, Egito e Síria; Os Israelenses desistiram e ainda ampliaram o território.
ResponderExcluir1967 - Israel deflagrou um ataque preventivo e teve início a Guerra dos seis dias. Ao fim dela Israel havia tomado a Faixa de Gaza, a península de Sinai, a Cisjordânia (área onde fica Jerusalém), as Colinas de Gola, e a Nascente do Rio Jordão.
1973 - O dia do perdão para os Judeus; Síria e Egito fracassaram na tentativa de reconquistar os territórios perdidos.
1978 - Os Egípcios assinaram um acordo histórico com os Israelenses; Primeiro ministro Israelense Menahem Pequi.
1982 - Israel invadiu Líbano, com o objetivo de destruir focos terroristas Palestinos.
1987 - O levante começou nos territórios Palestinos; Iase Arafat comandava a organização para libertação da Palestina.
1993 - Um novo acordo de Paz; Israel começou a devolver os territórios ocupados.
2000 - Arafat recusou a proposta que davam os Palestinos, o controle de 95 % dos territórios ocupados.
De 2000 a Novembro de 2008, os conflitos mataram 4897 Palestinos, 580 Israelenses e 64 Estrangeiros.
2004 - O líder Palestino Iase Arafat morreu, e foi sucedido.
2005 - Israel removeu 8000 Colonos Judeus de assentamentos da Faixa de Gaza, e retirou as tropas da região.
2006 - Hamas venceu as eleições legislativas Palestinas, e passou a controlar a Faixa de Gaza.
2008 - Israel e Hamas acertaram um Cessar Fogo de 6 meses.