sábado, 17 de janeiro de 2015

PREOCUPANTE: Não deixe de ler

O ano de 2014 foi o mais quente na história moderna

O ano de 2014 foi o mais quente do planeta desde o início dos registros em 1880, revelou nesta sexta-feira um esperado relatório divulgado pela Agência Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos.
Dezembro também marcou uma temperatura média na superfície da Terra e dos oceanos sem precedentes nos últimos 134 anos para este período do ano, acrescentou a NOAA.
Para o ano, a temperatura média se situa entre 0,69°c (1,24°F) acima do média do século XX, superando as marcas prévias de 2005 e 2010, de 0,04°C (0,07°F).
O relatório da agência disse que o recorde de aquecimento se propagou pelo mundo.
Entre as regiões do mundo onde foram registrados recordes de calor estão a Rússia, o oeste do Alasca, o ocidente dos Estados Unidos, algumas zonas da América do Sul, parte do litoral australiana, norte da África e quase toda a Europa.
A agência disse ainda que as medições realizadas pela Nasa de forma independente chegam às mesmas conclusões.
Quando são analisadas separadamente as superfícies da terra e dos oceanos, ambos registros também marcam recordes.
Globalmente, a temperatura média da superfície dos mares foi a maior da história, 0,57°C acima da média do século XX, enquanto a da superfície da terra ultrapassou em 1°C esta mesma média.
Com relação à neve, a NOAA constatou que neve média anual no hemisfério norte foi de 64,62 milhões de quilômetros quadrados, "perto da média dos registros históricos".
A primeira metade de 2014 registrou menos neve do que o normal, mas o segundo semestre registrou mais do que a média.
O gelo polar e oceânico seguem derretendo no Árctico, privando os ursos polares de seus habitats e provocando mudanças climáticas que afetam regiões muito distantes em todo o mundo.
A média mundial de gelo no oceano Ártico foi de 28.460.000 km2, a menor área nos 36 anos em que os cientistas têm feito registros.
No outro pólo, na Antártida, o gelo marinho caiu pelo segundo ano consecutivo, aos níveis mais baixos já registrados: 33.870.000 km2, segundo a NOAA.
Dezembro também teve temperaturas recordes. As temperaturas médias combinadas nas superfícies terrestres e marítimas foram maiores do que qualquer outra na história.
A temperatura média do mês foi 0,77ºC acima da média mundial.
"Este foi o dezembro mais quente no período de 1880 a 2014", disse a NOAA.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Cuidado Com os Raios


12/01/2015 18h18 - Atualizado em 12/01/2015 18h18

Mais de 2 mil raios atingem São José dos Campos em 2015, aponta Elat

Quase um quarto destes raios caíram neste domingo (11).
Órgão prevê maior incidência de raios no Sul, Nordeste e Norte do país.

Nicole Melhado Do G1 Vale do Paraíba e Região
Apenas neste domingo (11),  476 raios foram registrados em São José dos Campos. (Foto: Guilherme Schild/ELAT-INPE.)Apenas neste domingo (11), 476 raios foram registrados em São José dos Campos. (Foto: Guilherme Schild/ELAT-INPE.)
 
Mais de 2 mil raios atingiram São José dos Campos em 2015. Apenas neste domingo (11), foram 476 ocorrências, 23% do total nos primeiros doze dias deste ano - o número é considerado elevado pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Neste domingo, a maior incidência de raios foi na região sul da cidade. A queda de mais de 100 raios em uma tempestade já é considerada alta.

A quantidade de raios assustou alguns moradores de São José. O representante comercial Cristiano Dias voltava São Francisco Xavier quando a chuva começou. “Na estrada não tem acostamento. Por causa dos raios facilmente poderia cair alguma árvore, por isso parei o carro em um posto. Caiam muitos raios, fora do normal, tanto que minha filha de 3 anos ficou assustada”, disse.
O designer Bruno Silva, que mora no Jardim das Indústrias, tomou suas precauções assim que a chuva deste domingo começou. Na casa onde mora, ele tirou todos os aparelhos eletrônicos da tomada. “Comecei a tomar cuidado depois que perdi um aparelho de TV e o motor do portão por causa de um raio”, contou.

Comparativo
Mas no mesmo período do ano passado, a incidência de raios em São José foi maior que em 2015 - de 1º a 12 de janeiro de 2014 foram contabilizados 2,3 mil raios ante 2.037 em 2015.
Para a temporada de verão deste ano, o Elat prevê aumento na incidência de raios nas regiões Sul, Nordeste e Norte do país. Já as regiões Sudeste e Centro-Oeste deverão receber raios em incidência levemente abaixo da média. A previsão de raios não está relacionada à estimativa de chuvas para o verão, segundo o órgão.
 
Guarda-sol atraiu raio que matou família em Praia Grande (Foto: G1) 
Guarda-sol atraiu raio que matou família em
Praia Grande (Foto: G1)
Cuidados

Nos últimos quatro anos, duas pessoas morreram na região vítimas de descargas elétricas - em Potim e São Luiz do Paraitinga, ambas em 2012.
Em todo o país, até novembro de 2014, foram 84 vítimas fatais de raios. Segundo o grupo, morreram mais pessoas durante atividades agropecuárias (29%) e dentro de casa (18%).
Em dezembro, um casal de Jacareí morreu
depois de ser atingido por um raio na Praia Grande, no litoral sul de São Paulo.
A orientação para evitar ser atingido por uma descarga é evitar ficar em áreas abertas, como praia, campo de futebol, sob árvores e perto de cercas durante uma tempestade. O ideal é sempre buscar um abrigo.
Dentro de casa, não ficar perto de objetos que conduzem eletricidade, como telefones com fio e aparelhos eletroeletrônicos nem perto de objetos metálicos grandes.

sábado, 10 de janeiro de 2015

VERDADEIRO PASTOR DE SEU REBANHO


Resultado de imagem para imagens do papa francisco
Se todas as grandes instituições começassem a agir a exemplo desta ação da Igreja católica, muita coisa ficaria melhor no mundo.
 

Vaticano doará R$ 9 milhões para combater ebola na África

O Conselho Pontifício Justiça e Paz (CPJP), do Vaticano, apresentou ontem, 7, um documento orientador para a resposta da Igreja Católica à crise provocada pelo vírus ebola na África. O plano de ação inclui o envio imediato de três milhões de euros, que correspondem a R$ 9 milhões. O Conselho destacou a doação como “resposta concreta à emergência” que as comunidades da Guiné, Libéria e Serra Leoa enfrentam.

Confinamento por virus ebolaEm novembro, a Igreja destacou em uma pesquisa o número de atingidos pelo vírus, 15 mil casos de infecções e 5 mil mortes. 

A doação será dirigida a estruturas da Igreja nesses países para "melhorar a assistência" aos doentes, através das instituições de saúde, iniciativas comunitária e o "cuidado pastoral".

O documento do Conselho assinala o esforço de inúmeros padres, religiosos e leigos envolvidos na assistência das famílias atingidas por essa realidade. 

“As pessoas dirigem-se a Deus em situação de medo e necessidade. A Igreja é um testemunho visível da presença de Jesus Cristo em todos os tempos, mas particularmente em tempos de dificuldade”, frisa o CPJP.
Fonte: Rádio Vaticano

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Jornais europeus se dividem sobre publicação de charges de 'Charlie'

Linhas editoriais mostraram diferentes respostas ao ataque.
Alguns jornais publicaram charges; outros concentraram-se nas vítimas.


"O amor é mais forte que o ódio", diz capa da Charlie
Hebdo publicada após primeiro atentado contra
redação em 2011 (Foto: Reprodução/Facebook
Charlie Hebdo)

Muitos jornais europeus republicaram caricaturas do jornal semanal francês "Charlie Hebdo" para protestar contra o ataque islâmico que matou jornalistas e policiais em Paris, um atentado considerado um ataque à liberdade de expressão e à tradição de sátira visual no continente.
No entanto, a maior parte das primeiras páginas expressou solidariedade às 12 pessoas mortas no ataque de quarta-feira, publicando os seus próprios desenhos e editoriais, que diferiram dos trabalhos mais provocativos do "Charlie Hebdo" sobre o Islã.

As linhas editoriais mostraram as diferenças das respostas das publicações ao ataque e levantaram indagações sobre se muitos já não estão se autocensurando devido ao medo de ofender ou, pior, de provocar uma reação islâmica.
Na Dinamarca, onde o Jyllands Posten publicou caricaturas ridicularizando o profeta Maomé em 2005, gerando protestos no mundo muçulmano que resultaram na morte de pelo menos 50 pessoas, quatro jornais estamparam desenhos do semanal francês.
No entanto, o Jyllands Posten, cujos funcionários recebem proteção policial desde a controvérsia, decidiu não publicar os desenhos do "Charlie Hebdo".
Na Suécia, onde o artista Lars Vilks mora sob proteção policial desde que o seu desenho do profeta Maomé como cachorro levou a ameaças de morte contra ele, o "Expressen" republicou o último tuíte do Charlie Hebdo antes do ataque, um desenho debochando do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi.
"Para muitos será uma conclusão óbvia não chamar a atenção, abafar e evitar as emoções fortes”, disse em editorial o periódico dinamarquês "Berlingske", que publicou caricaturas do "Charlie Hebdo". “Mas não devemos nos amedrontar, pois estaríamos cedendo a uma ameaça inaceitável contra a cultura.”
A primeira página do austríaco "Salzburger Nachrichten" trouxe uma imagem que consistia num espaço preto, uma caneta no canto e a mensagem:
"Como um caricaturista eu tenho sido até agora da opinião de que não há assunto sobre o qual não se pode desenhar. Tenho que admitir que esse incidente trágico que ocorreu em Paris ontem me ensinou o contrário.”

Ilustração mais recente de Charb, morto no ataque à revista Charlie Hebdo (Foto: Reprodução/Twitter) 
Ilustração mais recente de Charb, morto no ataque à
revista Charlie Hebdo (Foto: Reprodução/Twitter)
A sátira, que costuma testar os limites do que a sociedade aceita em nome da liberdade de expressão, tem suas raízes na cultura ocidental, passando pelo francês Voltaire no século 18 e, antes dele, na Grécia antiga.
A liberdade para criticar a Igreja Católica na França era vista como uma grande vitória da Revolução Francesa. Contudo, foi o grande avanço da imprensa no século 19 que tornou a caricatura política uma arma na batalha pela opinião pública.
Na França, o diário conservador "Le Figaro" imprimiu o seu mastro azul em preto, trouxe a manchete “Liberdade assassinada”, mas não republicou os desenhos. O comunista "L'Humanité" publicou a última capa do Charlie Hebdo.
No Reino Unido, alguns jornais estamparam primeiras páginas do "Charlie Hebdo", que trazem caricaturas, mas não de forma proeminente, e nenhum desenho em si foi republicado.
Na Alemanha, os jornais de alcance nacional trouxeram imagens dos vídeos com os agressores nas primeira páginas, mas os diários de Berlim publicaram capas do "Charlie Hebdo".
Na Itália, o "Corriere della Sera" dedicou uma página a seis desenhos do "Charlie Hebdo". O conservador espanhol "La Razón" republicou uma capa do jornal semanal francês na primeira página e escreveu: “Somos todos Charlie Hebdo”.

O TERRORISMO ABALA O MUNDO MAIS UMA VEZ

      Esta imagem resume a preocupação que se deve ter sobre a irracionalidade do ser humano. O mais triste é que dentro destes conflitos sociais- políticos e religiosos quem paga com a vida são pessoas inocentes!!!!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  A Torre Eiffel fica apagada para homenagear as vítimas do atentado Acompanhe

sábado, 3 de janeiro de 2015

Poema extraído do livro Geografia em Poesias: tempos, espaços, pensamentos...

  Tempos e espaços

Os tempos se encontram,
  desencontram   e se abraçam,
    se arranham, se enlaçam  abrigando
      a torrente do heterogêneo existir.

       É, o  existir, pluralidade  dos tempos
       conviventes no regaço
       das correntes performáticas,
   animadas e enfáticas
dos inúmeros  espaços.   
  
O espaço é testemunha
   dos tempos  complexos e banais
     que se aproximam,  se definem, se afetam,         
        se alinham nas fronteiras    relacionais.

              Os tempos se animam,
                 ou  afastam seus frontais,
                   se encaixam, desencaixam,
                    se alastram  pelo mundo
                        transpassando todos portais.

São, os espaços, descontínuos,
seus regaços,  nada formais,
em figuras que se alargam
se esfregam, se embargam
sob formas desiguais.